Minha Loja-Mãe, uma Homenagem pelos 47 anos de Fundação

17/09/2016 18:13

16/09/1969-16/09-2016. Dedicado aos Obreiros da ARLS “Cavaleiros da Paz” nº 25. Oriente de Londrina. Reminiscências. Fazia essa Loja 8 anos e os Obreiros de então permitiam meu ingresso na Maçonaria. Alguns vêm à lembrança: LÁZARO Martins dos Santos, Isaurino INÁCIO de Oliveira, MAGID Jorge, Rubens ROSSINI Pinto, Antonio da Silva PINHATARI, ANTONIO TORRES, EDILSON LEAL, Toninho, e tantos outros constantes dos Balaústres da época, tão caros e inesquecíveis para mim, embora seus nomes, devido a distância e o tempo, não impedem que os mantenha vivos na memória, pelo menos seus fugidios semblantes. Inclusive os que subsequentemente foram sendo Iniciados no curto, porém proveitoso tempo em que fui, desde minha Iniciação, Obreiro Ativo dessa Loja, dos quais guardo o maior carinho: CANTÍDIO Augusto Barbosa Villar, um dos quatro que juntos ingressamos, Carlos Roberto Barbosa, Nobuaki Hasegawa, Euzímio... Pois quase concomitantemente fazemos aniversários, a Cavaleiros da Paz, Fundação em 16 e eu, Iniciação em 23 de setembro. A Loja há 47, eu há 39 anos. Quando completei 8 anos de Maçonaria escrevi uma Peça de Arquitetura, na verdade um poema em forma de Peça de Arquitetura, quiçá perdido, ou arquivado para onde o dirigi, possivelmente a essa mesma Loja, à qual, ansiando a manutenção dos contatos enviava regularmente cartas, geralmente por essa ocasião, cumprimentando-a pelos sucessivos aniversários. Ou coloquei nalguma BPPII.´. e lá resta arquivado na Secretaria, pois ganhei o mundo e naquele tempo me encontrava precisamente já filiado à ARLS Estrela Renascente nº 2, fundadora da Grande Loja Maçônica do Estado de Rondônia, naquele mesmo ano de 1985. Fui inspirado em Casimiro de Abreu, ilustre Maçom brasileiro, sobre seu maravilhoso “Oh! que saudades que tenho / da Aurora da minha Vida...”. Não importa quantos anos passem, os laços permanecem. Não importa quantos anos passem, a Loja continuará na Aurora da sua vida, pois perpetua-se enquanto permanecerem fortes suas Colunas. Em breve, pelo esforço exigido pelo constante lapidar da própria Pedra Bruta, matéria difícil e trabalhosa, e pelo peso do maço, a coluna do Obreiro vai cedendo, até que volte ao pó, como era, deixando, quem sabe, na memória de muitos, como muitos ficaram na minha. TFA. Eymard OSANAM de Oliveira. M.´.I.´. 33º. Membro do Superior Tribunal Maçônico, Ex-Venerável e membro da ARLS DELTA-124, GLP, Oriente de Curitiba.